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Discussões domésticas recorrentes teriam culminado em um crime violento que tirou a vida da ex-miss mexicana Carolina Flores Gómez, morta com seis tiros pela sogra, que segue foragida.
A ex-miss mexicana Carolina Flores Gómez, de 27 anos, foi assassinada no dia 15 de abril, na Cidade do México, após uma série de desentendimentos familiares com a sogra, Erika Herrera, de 63 anos, que efetuou seis disparos de arma de fogo contra a jovem.
Segundo informações, a convivência entre Carolina e Erika era marcada por constantes conflitos dentro do ambiente familiar. A mãe da vítima, Reyna Gómez Molina, relatou que as discussões eram frequentes, sobretudo em relação às tarefas domésticas. Em entrevista à emissora Univision, ela afirmou que a suspeita criticava repetidamente a nora por não cumprir determinadas obrigações, como preparar refeições para o marido.
Imagens captadas por uma câmera de segurança instalada na residência da família registraram o momento do crime. O vídeo mostra as duas discutindo na sala pouco antes da tragédia.
Nas gravações, Carolina se afasta da sogra e se dirige a outro cômodo da casa. Erika a segue, e, em seguida, são ouvidos ao menos seis disparos. Logo depois, o marido da vítima, Alejandro Sánchez Herrera, surge na sala com o filho do casal nos braços. Em aparente estado de choque, ele questiona a mãe: “Que fizestes, mãe?”, diz Herrera.
Após o ocorrido, Erika Herrera passou a ser procurada pelas autoridades, permanecendo foragida desde então. O filho dela, Alejandro Sánchez Herrera, também está sob investigação.
Marido passa a ser investigado por possível omissão após o crime
Alejandro Sánchez Herrera, empresário, mantinha um relacionamento com Carolina há cinco anos. O casal oficializou a união em 2024 e teve um filho, que atualmente possui oito meses de idade.
De acordo com a imprensa mexicana, há a possibilidade de Alejandro ser considerado cúmplice do homicídio. Isso porque ele teria comunicado a família e denunciado a própria mãe às autoridades somente no dia seguinte ao assassinato.
As imagens das câmeras de segurança indicam que ele estava na residência no momento do crime. Em conversa com a mãe da vítima, Alejandro justificou que hesitou em acionar a polícia por temer ser detido e, com isso, deixar o filho sem amparo.

Com informações de Metrópoles

